
«(...) o 24 de Dezembro aproxima-se. Para me preparar para a data, desenhei com o meu lápis uma espécie de imagem. É o meu presépio. O menino jesus encosta-se a uma cruz, tem o dedo erguido para abençoar. Uma mulher deportada com o seu vestido de riscas e o seu lenço apoia-se nele. Sob o triângulo marcado com um "F", desenhei o número de matrícula: é o meu, 27372.»
Aqui, Geneviève de Gaulle Anthonioz, conta-nos na primeira pessoa momentos da sua vida, onde, nos é aberta uma janela para os campos de concentração e para a fragilidade e vulnerabilidade humana, assim como para a brutalidade e animalidade do Homem.
Relatos sobre os campos de concentração são algo que mexe particularmente comigo, porque não deixo de pensar "Como é que é possivel que isto tenha acontecido?, Como é que pudemos fazer isto uns aos outros?".
Portanto, aqui, e em qualquer outro relato de uma vitima é-nos exposto o horror da brutalidade humana em momentos que são realmente tocantes e quase inacreditáveis!
É uma obra muito pequena!... alguns momentos no campo, algumas memórias...
No entanto, é sem duvida um livro de emoções onde por mais breves que sejam os momentos sentimos não só o horror, o medo, o ódio, a dor e a revolta da autora, mas a de milhões de judeus.
A verdade é que quantidade não é qualidade e por isso, apesar de ser um livro muito pequeno, acaba por ser grande a nível de conteúdo, porque afinal há uma grande veracidade nos factos. Ver que alguém viveu aquilo ainda me choca e não deixa nunca de me tocar!
Não é uma obra prima, não! É uma memória nua e crua e por isso, é simplesmente aquilo que é... Alguns episódio da vida de alguém disponíveis ao Mundo...
Relatos sobre os campos de concentração são algo que mexe particularmente comigo, porque não deixo de pensar "Como é que é possivel que isto tenha acontecido?, Como é que pudemos fazer isto uns aos outros?".
Portanto, aqui, e em qualquer outro relato de uma vitima é-nos exposto o horror da brutalidade humana em momentos que são realmente tocantes e quase inacreditáveis!
É uma obra muito pequena!... alguns momentos no campo, algumas memórias...
No entanto, é sem duvida um livro de emoções onde por mais breves que sejam os momentos sentimos não só o horror, o medo, o ódio, a dor e a revolta da autora, mas a de milhões de judeus.
A verdade é que quantidade não é qualidade e por isso, apesar de ser um livro muito pequeno, acaba por ser grande a nível de conteúdo, porque afinal há uma grande veracidade nos factos. Ver que alguém viveu aquilo ainda me choca e não deixa nunca de me tocar!
Não é uma obra prima, não! É uma memória nua e crua e por isso, é simplesmente aquilo que é... Alguns episódio da vida de alguém disponíveis ao Mundo...
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